Neuropsicologia Crítica

Atendimento 100% online

Protocolo de avaliação · campo 01 · identificação

Paciente F84.0 uma pessoa
não cabe num código.

Sou o Marcos, neuropsicólogo. Avalio e acompanho adultos que desconfiam de TDAH, autismo ou dislexia — e que não se reconhecem na neuropsicologia de vitrine, a das escalas, das siglas e do laudo como sentença.

Aqui o laudo não é a última palavra sobre você. É o começo de uma conversa — e ela se escreve com você na sala, não sobre você.

Campo 02 · procedimentos

Três trabalhos. Nenhum deles é carimbar você.

Avaliação neuropsicológica quantitativa descobrir como a sua cabeça funciona
É a investigação: atenção, memória, linguagem, o jeito como você organiza o dia. Testes fazem parte, sim — mas o resultado não sai em percentil. Sai em português, explicado numa conversa com você, junto do que aquilo muda na sua vida concreta.
Intervenção psicoterapêutica individual conversar sobre a vida com esse cérebro
Acompanhamento para o adulto que recebeu um diagnóstico — ou desconfia de um — e precisa reorganizar a própria história a partir daí. Sem tentar consertar você. Não há conserto porque não há defeito.
Reabilitação de funções executivas destravar o dia a dia, na prática
Trabalho prático sobre o que trava o cotidiano: começar tarefas, sustentar a atenção, lidar com sobrecarga. As estratégias saem da sua rotina real — não de uma apostila que supõe uma rotina que você não tem.

Tudo por vídeo, de onde você estiver no Brasil.

Campo 03 · posição do avaliador

TDAH e autismo não são destino genético. Também não são só construção social.

Um lado da neuropsicologia trata o diagnóstico como sentença biológica: está nos genes, está no cérebro, acabou a conversa. O outro lado responde que nada disso existe — que é tudo rótulo inventado. Os dois erram pelo mesmo motivo: falam da categoria e esquecem da pessoa que está na frente deles.

Eu defendo a posição do meio, que é a mais trabalhosa. Existe um cérebro que funciona de um jeito específico — e existe um mundo desenhado para outro jeito de funcionar. A dificuldade nasce nesse encontro. Por isso a avaliação aqui olha para os dois lados: o que é seu, e o que é do contexto que exige de você o que não exige dos outros.

E uma coisa eu deixo riscada no papel desde a primeira sessão: o objetivo deste trabalho nunca é deixar você normal. É deixar a sua vida vivível — do seu jeito de funcionar.

Campo 04 · identificação do profissional

Distanciamento clínico adequado eu sento do mesmo lado da mesa

Meu nome é Marcos. Comecei na psicologia organizacional ainda na graduação — era o caminho previsível. O que me trouxe para a neuropsicologia foi o meu próprio diagnóstico de autismo, já adulto. Há quatro anos trabalho neste campo, do lado de quem avalia, sem nunca esquecer como é estar do lado de quem é avaliado.

Isso muda o atendimento em coisas pequenas e concretas. Eu sei o que é responder um questionário que não tem a opção que descreve você. Sei o peso de esperar um resultado que promete dizer quem você é. E sei que ele não diz — por isso, aqui, cada conclusão passa pela sua leitura antes de virar papel.

Campo 05 · agendamento

Triagem inicial do caso uma primeira conversa

Sem bateria de testes, sem formulário. A gente se encontra por vídeo, você conta o que está acontecendo, eu explico como trabalho e o que faria sentido no seu caso — inclusive quando a resposta honesta for "nada, por enquanto".

Marcar a primeira conversa

Abre uma conversa no WhatsApp com a mensagem já escrita. Você pode mudar cada palavra antes de enviar — aqui é assim com tudo.